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	<title>Bolha de Crédito no Brasil</title>
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		<title>FMI vê riscos de bolha no Brasil com expansão acelerada do crédito &#8211; Valor Econômico</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2012 20:54:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fonte: http://www.valor.com.br/financas/2771276/fmi-ve-riscos-de-bolha-no-brasil-com-expansao-acelerada-do-credito Mesmo com avanços do Brasil nas áreas de regulação e supervisão bancária, o Fundo Monetário Internacional (FMI) ainda vê riscos decorrentes da expansão acelerada do crédito nos últimos anos e enxerga indícios de tensões em algumas classes de ativos, &#8230;<p class="read-more"><a href="http://www.bolhadecredito.com/2012/07/31/fmi-ve-riscos-de-bolha-no-brasil-com-expansao-acelerada-do-credito-valor-economico/">Continue lendo &#187;</a></p>]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Mesmo com avanços do Brasil nas áreas de regulação e supervisão bancária, o Fundo Monetário Internacional (FMI) ainda vê riscos decorrentes da expansão acelerada do crédito nos últimos anos e enxerga indícios de tensões em algumas classes de ativos, especialmente nos empréstimos às famílias e no setor imobiliário, que poderiam, em um ambiente de queda dos juros, levar à formação de bolhas.<span id="more-28"></span>A avaliação está no mais recente relatório elaborado dentro do programa de avaliação do setor financeiro, executado pelo FMI em conjunto com o Banco Mundial. De acordo com o documento, os ativos do setor financeiro mais do que dobraram ao longo da última década e as autoridades precisam estar atentas para os riscos externos e internos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Há indícios de crescente tensão em alguns setores e classes de ativos, com destaque para o endividamento das famílias e o rápido aumento dos preços dos imóveis nas principais regiões, como São Paulo e Rio de Janeiro”, diz o relatório.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o FMI, “essas incertezas são mitigadas pela supervisão bancária robusta e pelos elevados níveis de proteção em termos de capital e liquidez nos bancos, mas é preciso manter a vigilância, aperfeiçoar os dados e estar pronto para intervir e controlar essas fontes de aquecimento se necessário”.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento vai além e afirma que até uma bolha de ativos poderia ser causada em função da queda dos juros, apesar de ressaltar que o risco sistêmico é pequeno no momento.</p>
<p style="text-align: justify;">“À medida que os juros no Brasil continuam a cair e se aproximar de níveis internacionais, a procura cada vez maior dos investidores internos por rendimentos mais altos pode levar a uma subestimação do preço do risco e à formação de bolhas de preços de ativos.”</p>
<p style="text-align: justify;">Com relação aos riscos externos, o fundo avalia ainda que “assim como o restante da economia brasileira, o sistema financeiro está exposto aos efeitos da volatilidade dos mercados internacionais, sobretudo os mercados de commodities e de capitais”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Um novo conjunto de riscos pode ser vislumbrado no horizonte, o que exigirá um monitoramento cuidadoso daqui em diante”, diz o diretor assistente do Departamento de Mercados Monetários e de Capitais do FMI, Dimitri Demekas, em nota.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Demekas, a expansão acelerada do crédito nos últimos anos apoiou o crescimento da economia interna e o aumento da inclusão financeira, mas essa expansão também pode gerar vulnerabilidades.</p>
<p style="text-align: justify;">“Existe o risco de que o sistema financeiro se torne vítima de seu próprio sucesso no país”, diz Demekas, que chefiou a equipe encarregada da avaliação, realizada entre os dias 6 e 21 de março.</p>
<p style="text-align: justify;">O Banco Internacional de Compensações (BIS) já havia alertado sobre os riscos do crescimento acelerado do crédito no país em seu informe anual divulgado em junho. O banco dos bancos centrais mostrou que o Brasil está na zona de risco: expansão do crédito num ritmo muito mais rápido que o PIB nos últimos três anos, &#8220;efervescência&#8221; que duplicou os preços de imóveis nas grandes cidades e endividamento na direção de patamar recorde.</p>
<p style="text-align: justify;">Na ocasião, o diretor-geral do BIS Jaime Caruana sugeriu que os países emergentes com rápido crescimento do crédito acelerassem a capitalização dos bancos e moderassem o ritmo dos financiamentos para evitar futuras crises.</p>
<p style="text-align: justify;">O relatório do FMI decorre de um reforço na supervisão dos sistemas financeiros após o estouro da crise da Ásia, em 1999. Desde então, o Fundo vem fazendo um monitoramento voluntário por meio do programa de avaliação do setor financeiro, executado em conjunto com o Banco Mundial, nos países de baixa renda e de mercados emergentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2010, o Fundo tornou essa verificação da saúde financeira um elemento obrigatório de sua supervisão a cada cinco anos em 25 países em que o setor financeiro tem importância sistêmica, como o Brasil.</p>
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		<title>Carro “fácil” volta à concessionária &#8211; Gazeta do Povo</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 16:49:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&#38;id=1248609&#38;tit=Carro-facil-volta-a-concessionaria O recorde na inadimplência na venda de veículos, além de dificultar o crédito, começa a provocar situações inusitadas. Consumidores que saíram da concessionária com carro zero há um ano estão voltando às revendas para dar o novo de entrada &#8230;<p class="read-more"><a href="http://www.bolhadecredito.com/2012/04/30/carro-facil-volta-a-concessionaria-gazeta-do-povo/">Continue lendo &#187;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1248609&amp;tit=Carro-facil-volta-a-concessionaria" target="_blank">http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1248609&amp;tit=Carro-facil-volta-a-concessionaria</a></p>
<p style="text-align: justify;">O recorde na inadimplência na venda de veículos, além de dificultar o crédito, começa a provocar situações inusitadas. Consumidores que saíram da concessionária com carro zero há um ano estão voltando às revendas para dar o novo de entrada e financiar um automóvel mais antigo, com prestação menor. Outros tentam repassar o carro e a dívida para terceiros.<span id="more-24"></span>Quem se empolgou com o crédito farto dos últimos anos e hoje precisa vender o carro porque não consegue pagar as prestações encontra ainda outra dificuldade. O automóvel está depreciando em média de 15% a 30% no primeiro o ano e muitas vezes o valor da venda não é suficiente para pagar o restante da dívida.</p>
<p style="text-align: justify;">No desespero, alguns tentar repassar o carro e a dívida para outras pessoas, muitas vezes até de graça. Em sites na internet, como Repasso, OLX e até Mercado Livre é possível encontrar anúncios em que a dívida é repassada por valores pequenos, como R$ 500, ou até mesmo sem custo.</p>
<p style="text-align: justify;">O consumidor que mais está se atrapalhando nas contas é aquele que assumiu, além da aquisição do veículo, vários compromissos nos últimos meses, como a compra da casa própria, de móveis e eletrodomésticos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Clientes que compraram um carro 2011 voltam à concessionária e financiam um carro 2008, 2009, com prestação mais baixa. Nunca vimos um índice tão grande de troca de um automóvel mais novo por um mais antigo”, diz José Castro Pereira, diretor da concessionária Fórmula Renault em Londrina. Segundo ele, entre 15% e 20% das vendas de seminovos da loja são feitas para clientes que dão de entrada um veículo mais novo.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo dados do Banco Central, a inadimplência do setor dobrou no último ano e bateu 5,7% em março – taxa mais alta desde o começo da série histórica, em 2000.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas nas concessionárias há relatos de que o índice de inadimplência em alguns bancos de montadoras chega a 18%. “Há bancos que estão adiando a busca e apreensão dos carros por falta de pátios para acomodar esses veículos”, diz Evandro Lemos Brasileiro, gerente de vendas de novos da Ford Center São José.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) no Paraná, Helmuth Altheim, o maior índice de atrasos está nos financiamentos de carros em 60 vezes. Em média são pagas apenas 20 parcelas, depois disso o orçamento familiar “aperta” e não há mais como honrar com o compromisso. Em um crédito de 60 meses, os pagamentos do primeiro ano amortizam só 10% da dívida.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o aumento da ina­­dimplência, os bancos endureceram o crédito para quem está em busca de um automóvel. Financiamentos de 60 meses e sem entrada viraram raridade. A média hoje não passa de 48 meses. Os bancos também alteraram as práticas de análise dos clientes. “Alguns estão investigando o histórico financeiro de até dez anos do comprador”, afirma Evandro Brasileiro, da Ford Center.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Servopa, o índice de recusa de cadastro, que era de 20% há um ano, hoje está em 40%, segundo o gerente geral, Ruy Fernando Montingelli. “As pessoas faziam uma conta de que poderiam pagar uma parcela de R$ 600 por mês pelo carro, mas muitas esqueceram de colocar outros gastos, como o do seguro e do combustível, que podem encarecer as despesas em até R$ 375 por mês. Em algum momento essas pessoas vão ter dificuldades”, acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, 30% das vendas da concessionária hoje são realizadas com entrada de um veículo mais novo ou mais caro em troca de um mais barato. “Há casos de pessoas que vão até a concessionária com o carro de R$ 45 mil e trocam por um de R$ 25 mil”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">
<big><strong>“Estou disposto a dar um passo atrás”</strong></big></p>
<p style="text-align: justify;"><small><em>João Pedro Schonarth</em></small></p>
<p style="text-align: justify;">O empresário Michel Prado, 24 anos, percebeu neste ano que as contas não estavam fechando, depois de comprar um carro no ano passado. Para pagar os R$ 31 mil pelo novo veículo, ele deu como entrada o carro antigo, que, descontado o valor de quitação, entrou por R$ 11 mil. Os demais R$ 20 mil foram financiados pelo seu banco, que já tinha esse limite pré-aprovado – a contratação do financiamento foi feita em um clique pela internet.</p>
<p style="text-align: justify;">O financiamento ficou em 48 vezes de R$ 630. “É um valor alto, mas ainda estava melhor porque financiei pelo banco que já tinha conta há um bom tempo”, lembra. A situação começou a apertar quando Prado resolveu comprar um apartamento. Para dar entrada no imóvel, teve que tomar um empréstimo para dar uma parcela à vista e financiar outra parte da entrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Resultado: hoje o empresário tem, entre prestação do carro, empréstimo e parcela da entrada do imóvel, uma dívida mensal de R$ 1,8 mil. Agora ele tenta uma engenharia financeira para equilibrar as finanças, e a melhor opção que encontrou foi trocar o carro por um mais antigo. Com isso, quitaria o empréstimo e conseguiria manter a prestação do novo veículo e do imóvel.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema é que todas as propostas que recebeu de concessionárias não cobrem a quitação do carro mais o pagamento do empréstimo. Para tentar resolver a equação, já anunciou o carro para a venda, mas também não teve sucesso. Entre as propostas oferecidas pelos possíveis compradores, estavam um terreno em Guaratuba e um Monza 1996 e mais R$ 10 mil. “Todas essas contas viraram uma bola de neve e estou disposto a dar um passo atrás com o carro, desde que consiga me livrar do empréstimo. Mas ainda não encontrei uma solução”, ressalta.</p>
<h5 style="text-align: justify;">Problemas expõem risco de bolha</h5>
<p style="text-align: justify;">A alta da inadimplência no setor automotivo fez surgir no mercado a dúvida se o calote não é produto de uma bolha de crédito, formada a partir da explosão dos empréstimos com prazos longos entre 2008 e 2010. E se essa bolha não estaria “murchando” agora.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior parte dos empresários do setor admite que houve exagero na concessão do crédito por prazos tão longos. Mas o problema não se limita a isso. A questão é central é que o consumidor se endividou também com outros compromissos – eletrodomésticos, móveis, casa nova.</p>
<p style="text-align: justify;">“O crédito no Brasil provavelmente vive um cenário de bolha. E essa seria a terceira fase, com a tentativa maior de bancos e consumidores de renegociar as dívidas”, diz o economista Luciano D’Agostini, professor da FAE. Ele prevê que a inadimplência do setor deve permanecer acima da média histórica até o fim do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do crédito espichado, incentivos como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) fizeram crescer as vendas e empolgaram o consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros sinais de preocupação do governo com o rápido crescimento do crédito vieram no fim de 2010, quando o Banco Central adotou uma série de medidas macroprudenciais, que, dentre outros efeitos, fizeram encolher os prazos de financiamento e restringiram a venda sem entrada de automóveis.</p>
<p style="text-align: justify;">As medidas foram retiradas em 2011, mas, com a inadimplência subindo, os bancos não voltaram ao ritmo anterior. Instituições bastante ativas nesse mercado, como BV Financeira – adquirida pelo Banco do Brasil – e Itaú reduziram bastante suas posições nos últimos meses por conta dos atrasos nos pagamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), o cenário preocupa porque até o momento não foi verificada uma reversão na tendência das curvas de inadimplência no curto prazo.</p>
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		<title>Inadimplência de empresa tem maior alta em 2 anos para março, diz Serasa &#8211; G1</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 16:46:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte: http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2012/04/inadimplencia-de-empresas-e-maior-em-2-anos-para-marco-diz-serasa.html A inadimplência das pessoas jurídicas registrou aumento de 18,8% em março sobre o mesmo período do ano passado, de acordo com a pesquisa da Serasa Experian, divulgada nesta segunda-feira (30). Essa foi a maior alta verificada em dois anos para &#8230;<p class="read-more"><a href="http://www.bolhadecredito.com/2012/04/30/inadimplencia-de-empresa-tem-maior-alta-em-2-anos-para-marco-diz-serasa-g1/">Continue lendo &#187;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2012/04/inadimplencia-de-empresas-e-maior-em-2-anos-para-marco-diz-serasa.html" target="_blank">http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2012/04/inadimplencia-de-empresas-e-maior-em-2-anos-para-marco-diz-serasa.html</a></p>
<p style="text-align: justify;">A inadimplência das pessoas jurídicas registrou aumento de 18,8% em março sobre o mesmo período do ano passado, de acordo com a pesquisa da Serasa Experian, divulgada nesta segunda-feira (30). Essa foi a maior alta verificada em dois anos para o mês de março, segundo o levantamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-21"></span><em>(Correção: ao ser publicada, esta reportagem informava que a alta na inadimplência em março havia sido de 18,08%. Posteriormente, a Serasa retificou o dado, para uma alta de 18,8%. A reportagem foi corrigida às 10h04.)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Em relação a fevereiro, o avanço foi de 11,06%. Já na comparação entre os acumulados de janeiro a março de 2012 e igual período do ano anterior,o crescimento foi de 21,01%.</p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação dos economistas da Serasa, a elevação da taxa neste mês pode ser atribuída ao fato de março ter maior número de dias úteis, em razão do Carnaval.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Isso contribuiu para que muitas ocorrências de inadimplência de fevereiro fossem registradas em março, elevando o indicador&#8221;. Entre outros fatores estão também, de acordo com os economistas, o aumento da inadimplência do consumidor e o crédito para empresas ainda com juros elevados.</p>
<p>Segundo a Serasa, na relação anual, deve ser destacado que, em 2011, o Carnaval caiu em março, definindo menor número de dias úteis na base de comparação. &#8220;Portanto a evolução da inadimplência em março 2012 já era esperada&#8221;, disseram os economistas, por meio de nota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tipos de dívida<br />
</strong>No primeiro trimestre do ano, o valor médio das dívidas não bancárias, que incluen cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços, ficou em R$ 783,40, crescimento de 3,4% sobre o mesmo período de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">Já as dívidas com bancos tiveram valor médio de R$ 5.273,76 &#8211; alta de 2,8% sobre o acumulado de janeiro a março do ano anterior.</p>
<p>Quanto aos títulos protestados, o valor médio no primeiro trimestre foi de R$ 1.884,80, com elevação de 11,7% sobre igual acumulado de 2011.</p>
<p>Já os cheques sem fundos tiveram, nos três primeiros meses de 2012, um valor médio de R$ 2.210,76, representando um aumento de 9,0%, quando comparado com o primeiro trimestre do ano anterior.</p>
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		<title>Segundo Iedi, Brasil pode sofrer com bolha de crédito &#8211; DCI</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 15:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte: http://www.dci.com.br/Segundo-Iedi_-Brasil-pode-sofrer-com-bolha-de-credito-6-382295.html Mais no exterior do que dentro do Brasil, há uma apreensão que cresceu muito nas últimas semanas de que o país convive com uma bolha de crédito. Isso estaria alimentando, por seu turno, um boom do consumo familiar que já estaria &#8230;<p class="read-more"><a href="http://www.bolhadecredito.com/2011/07/22/segundo-iedi-brasil-pode-sofrer-com-bolha-de-credito-dci/">Continue lendo &#187;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.dci.com.br/Segundo-Iedi_-Brasil-pode-sofrer-com-bolha-de-credito-6-382295.html" target="_blank">http://www.dci.com.br/Segundo-Iedi_-Brasil-pode-sofrer-com-bolha-de-credito-6-382295.html</a></p>
<p style="text-align: justify;">Mais no exterior do que dentro do Brasil, há uma apreensão que <a href="http://www.dci.com.br/Segundo-Iedi_-Brasil-pode-sofrer-com-bolha-de-credito-6-382295.html#" rel="nofollow">cresceu</a> muito nas últimas semanas de que o país convive com uma bolha de crédito. Isso estaria alimentando, por seu turno, um boom do consumo familiar que já estaria com seus dias contados.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados que apoiariam essa conclusão do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) dizem respeito ao endividamento das famílias, que teria crescido exageradamente nos últimos anos, e em uma elevação do comprometimento da renda dos consumidores no pagamento de suas dívidas, que já estaria alcançando, ou mesmo já teria ultrapassado, um nível <a href="http://www.dci.com.br/Segundo-Iedi_-Brasil-pode-sofrer-com-bolha-de-credito-6-382295.html#" rel="nofollow">sustentável</a>. &#8220;Em suma, a bolha de crédito, alimentou uma bolha de consumo que já teria alcançado seu limite. Fatalmente, diante disso, não seria sustentável o boom da economia brasileira recente.&#8221;<span id="more-17"></span>Nos financiamentos para as famílias, a <a href="http://www.dci.com.br/Segundo-Iedi_-Brasil-pode-sofrer-com-bolha-de-credito-6-382295.html#" rel="nofollow">evolução</a> é, em média, de 18% nos últimos três anos em termos reais, de forma que em maio último alcançavam 15,4% do PIB (10,9% do PIB em maio de 2007). Mas, além do crescimento vigoroso, dois outros pontos caracterizam uma bolha de crédito, os quais não são preponderantes no ciclo atual do crédito no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, uma típica bolha de crédito e de consumo faz do financiamento uma variável autônoma com relação à renda. Isso é fruto da concorrência bancária. No caso brasileiro, uma evolução da massa real de rendimentos da população de 8% propiciou a ancoragem do aumento do crédito, de modo que a taxa de inadimplência tem sido na média do corrente ano a mais baixa jamais registrada no país, a despeito da vigorosa ampliação dos empréstimos bancários. Nossos cálculos indicam que o endividamento (dívida/renda anual) das pessoas físicas passou de 21,8% para 36,6% de dezembro de 2006 a maio de 2011, o que, no entanto, não foi acompanhado de correspondente maior comprometimento da renda mensal, que passou de 20,8% para 22,4% no mesmo período. Além do maior rendimento real das pessoas, os prazos de financiamento mais dilatados explicam a preservação da <a href="http://www.dci.com.br/Segundo-Iedi_-Brasil-pode-sofrer-com-bolha-de-credito-6-382295.html#" rel="nofollow">capacidade</a> de honrar as dívidas.</p>
<p style="text-align: justify;">O crédito aqui também não pode parar porque sua sustentação &#8211; a valorização dos ativos &#8211; cairia junto. O Brasil assiste a um forte aumento dos preços dos imóveis, mas não há nem sombra de uma bolha já que o financiamento imobiliário é baixo &#8211; representa cerca de 4% do PIB &#8211; e nele tem grande preponderância o crédito dirigido da caderneta de poupança.</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil não vive uma bolha de consumo, embora seja intenso o desenvolvimento do crédito. Isto é uma fonte de amplificação da capacidade de crescimento da economia e causa de problemas.</p>
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		<title>Risco de bolha no Brasil já preocupa investidores &#8211; 24HorasNews</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2011 16:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vamos iniciar este novo blog que será voltado para a centralização de noticias e artigos sobre uma possível bolha de crédito aqui no Brasil Fonte:http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=376369 O possível superaquecimento da economia brasileira e a suposta bolha de crédito no país tomaram conta do &#8230;<p class="read-more"><a href="http://www.bolhadecredito.com/2011/07/21/risco-de-bolha-no-brasil-ja-preocupa-investidores-24horasnews/">Continue lendo &#187;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.bolhadecredito.com/wp-content/uploads/2011/07/bubble.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15" title="bubble" src="http://www.bolhadecredito.com/wp-content/uploads/2011/07/bubble-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Vamos iniciar este novo blog que será voltado para a centralização de noticias e artigos sobre uma possível bolha de crédito aqui no Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:<a href="http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=376369" target="_blank">http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=376369</a></p>
<p style="text-align: justify;">O possível superaquecimento da economia brasileira e a suposta bolha de crédito no país tomaram conta do noticiário internacional nas últimas duas semanas e já inquietam investidores estrangeiros. O sentimento em relação ao Brasil está mudando, avaliam analistas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A lua de mel dos investidores com o governo Dilma acabou&#8221;, diz Paulo Vieira da Cunha, economista e sócio da Tandem Global Partners e ex-diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-12"></span>&#8220;Existia uma expectativa de que Dilma iria acabar com alguns dos abusos do fim do governo Lula, em política econômica, mas não houve correção&#8221;, reclama.</p>
<p style="text-align: justify;">O jornal britânico &#8220;Financial Times&#8221; publicou pelo menos 12 reportagens, textos em blog e artigos sobre o perigo da &#8220;bolha de crédito&#8221; nos últimos dez dias. Um artigo falava até em &#8220;crise de subprime&#8221; no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">No editorial de sexta-feira, o jornal britânico afirmava que a economia brasileira &#8220;é como uma bicicleta: funciona enquanto continuar andando&#8221;. &#8220;Mas agora [a bicicleta] está bamba&#8221;, advertia.</p>
<p style="text-align: justify;">A revista britânica &#8220;The Economist&#8221; disse que o Brasil está entre os sete países com maior risco de superaquecimento, junto a Argentina, Hong Kong, Índia, Indonésia, Turquia e Vietnã.</p>
<p style="text-align: justify;">E a nova diretora-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Christine Lagarde, disse após a posse: &#8220;Quando olhamos os emergentes vemos riscos de superaquecimento e inflação&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Um administrador de um hedge fund no Brasil que tem muitos clientes estrangeiros diz que os investidores estão comprando a história de bolha de crédito e reduzindo sua exposição ao Brasil. Um sintoma seria a queda de ações de bancos brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a crise de 2008, o Brasil se tornou um &#8220;superqueridinho&#8221; dos investidores por sua recuperação rápida, enquanto outros países ainda tentam retomar o crescimento. Naquela época, lembra o administrador, ninguém via ponto fraco do Brasil nem fazia muita conta para por o dinheiro no país.</p>
<p style="text-align: justify;">A virada, o fenômeno de &#8220;vender Brasil&#8221;, começou no início do ano, e se reforça agora. Não há sinais de consenso entre os bancos em dizer que os papéis do país estão baratos e é hora de voltar a recompor sua exposição.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos investidores querem ver resultados concretos do combate à inflação, ver até onde vai a inadimplência e responsabilidade fiscal efetiva para se empolgar de novo com Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os investidores estão revendo suas apostas por causa dessa narrativa de bolha de consumo&#8221;, diz Richard Hamilton, chefe de análise de América Latina na Business Monitor International. &#8220;As ações de empresas de consumo foram atingidas duramente na Bovespa.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, para muitos analistas que acompanham de perto a economia brasileira, há visões equivocadas nas matérias e relatórios de bancos sobre o mercado de crédito brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Tony Volpon, chefe de pesquisas de emergentes da Nomura Securities, acha que é absurdo comparar o crescimento do crédito brasileiro à bolha do subprime. &#8220;Para ter uma bolha de crédito semelhante à dos EUA, uma condição essencial é ter juros muito baixos, para que as pessoas continuem fazendo mais e mais dívidas&#8221;, diz Volpon.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Aqui, o consumidor já tem 18% de sua renda disponível comprometida com serviço da dívida os estrangeiros muitas vezes não têm ideia de que crédito ao consumidor no Brasil cobra juros médios de 46% ao ano, então é muito caro para as pessoas continuarem se endividando. O consumidor brasileiro chegando no teto de seu endividamento.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Na sexta-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou a dizer que não há excesso de crédito no Brasil. A expansão do crédito está em 15% este ano, disse Mantega. &#8220;Quando os juros sobem, como agora, aumenta um pouquinho a inadimplência. Mas não há bolha de crédito no Brasil, os bancos brasileiros estão muito sólidos, perto dos bancos internacionais.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O crédito no Brasil está crescendo de forma muito acelerada, o que preocupa economistas &#8211;como proporção do PIB era 24,7% em janeiro de 2005 e chegou a 46,6% em abril deste ano. Mesmo assim, em comparação com outros países, ainda é muito baixo. Na China e na África do Sul, o crédito doméstico ao setor privado ultrapassa 120% do PIB.</p>
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